Cala-te, muta-te a palavra;
Não ouse o pensar, não permita o sentir
Não percebes que armam-te a cilada?
Refreie-se, não se deixe em nada fugir
Que fujas e retornes;
que minta e se entregues
Não negues porém
que de humano um sentimento tens
A culpa que levas é tua
Na angústia que vem a seco
Engula!, engula com o orgulho
E seja bem-vindo, à casa, à tua
Sim!, na vigília policie e
na mentira se guarde
Negue-se, mesmo que seja a ti
e que isto te mate.
Esse escrito foi feito com a ajuda mais que importante da minha esposa, Livia, que começou a escrever e acabamos terminando juntos. Esse é literalmente seu, amor.
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